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	<title>Comentários sobre: 7 – Assembleia Regional &#8211; Um Novo Recomeço – UEB/RS</title>
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		<title>Por: Thays</title>
		<link>https://escoteirosnobrasil.com.br/index.php/assembleia-regional-ueb-rs-um-novo-recomeco/#comment-26</link>
		<dc:creator>Thays</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Mar 2013 01:33:24 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Grata pela resposta. Ficou claro para mim, e concordo que há a necessidade de se &quot;espalhar&quot; ações bem sucedidas do movimento pelo estado. Todos merecem um escotismo bem feito, com adultos capacitados e recursos.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Grata pela resposta. Ficou claro para mim, e concordo que há a necessidade de se &#8220;espalhar&#8221; ações bem sucedidas do movimento pelo estado. Todos merecem um escotismo bem feito, com adultos capacitados e recursos.</p>
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		<title>Por: Farinon</title>
		<link>https://escoteirosnobrasil.com.br/index.php/assembleia-regional-ueb-rs-um-novo-recomeco/#comment-24</link>
		<dc:creator>Farinon</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 22:37:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Saudações Fernando,
Sinceramente eu não saberia te afirmar. Anteriormente não era esta a razão.
De outra parte, o próprio RS tem isenção de ICMS, o que me levar a crer que outros Estados também pudessem ter a mesma isenção.
De outra parte, a questão da loja escoteira, ou, mais precisamente do depósito, já que não atua com &quot;balcão&quot;, não necessita estar junto com a sede nacional da instituição, pode estar em quakqyer Estado.
Enfim, como dizia Jacques Moreillon, a primeira coisa a fazer é decidir que queremos, decidido que queremos, as alternativas e soluções surgirão, o que não pdoemos é ficar levantando obstáculos antes de decidir que queremos.
Palavras dele as quais utilizo no meu dia a dia.
Se houver decisão de mudar, a questão do ICMS é solucionável, ou seja, não vejo impedimento da troca de sede por este motivo.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Saudações Fernando,<br />
Sinceramente eu não saberia te afirmar. Anteriormente não era esta a razão.<br />
De outra parte, o próprio RS tem isenção de ICMS, o que me levar a crer que outros Estados também pudessem ter a mesma isenção.<br />
De outra parte, a questão da loja escoteira, ou, mais precisamente do depósito, já que não atua com &#8220;balcão&#8221;, não necessita estar junto com a sede nacional da instituição, pode estar em quakqyer Estado.<br />
Enfim, como dizia Jacques Moreillon, a primeira coisa a fazer é decidir que queremos, decidido que queremos, as alternativas e soluções surgirão, o que não pdoemos é ficar levantando obstáculos antes de decidir que queremos.<br />
Palavras dele as quais utilizo no meu dia a dia.<br />
Se houver decisão de mudar, a questão do ICMS é solucionável, ou seja, não vejo impedimento da troca de sede por este motivo.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Fernando Robleño</title>
		<link>https://escoteirosnobrasil.com.br/index.php/assembleia-regional-ueb-rs-um-novo-recomeco/#comment-23</link>
		<dc:creator>Fernando Robleño</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 14:13:18 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Farinon.

A questão da sede estar fincada em Curitiba talvez passe por duas razões: a isenção do ICMS conferida naquele estado à loja escoteira nacional (assim como em SP e RS) e o fato das inúmeras emendas parlamentares que favorecem o escotismo estarem justamente saindo dessa cidade das mãos de um dirigente escoteiro, que também tem um encargo de vereador na região. Particularmente, não me agrada. Além dos motivos levantados por você, eliminamos qualquer possibilidade estratégica, ou de política de crescimento, ao ficarmos presos ao Paraná simplesmente para usufruir de benesses do poder público.

Sobre a desfederalização, entendo que deveríamos fazer a engenharia inversa. A WOSM admite federação em, segundo ela, &quot;casos especiais, quando razões de ordem cultural e religiosa impeçam uma única associação nacional&quot;; ou seja, este é &quot;desenhado&quot; o caso do Brasil, com o adendo da questão geográfica. É o mesmo caso de Espanha e França que, apesar de possuírem um sistema complexo de associações, nos passam em efetivo e, arrisco a dizer, qualidade em aplicação do método.
A WOSM, assim mesmo, tem se mostrado com uma política ambígua quando se trata de uma só associação por país. Enquanto na Europa ela, a WOSM, é permissiva com a criação de várias associações, na América do Sul há uma pressão para que a política de uma só associação seja colocada em prática.

O que acontece no Brasil é uma federalização velada, sendo que a UEB finge atender nacionalmente e as regiões fingem obedecê-la para não criar problemas. Federalizar o escotismo tem se mostrado uma alternativa em momentos de crises em alguns países. Oficializar uma federação no Brasil poderia, entendo, ser um passo para alavancar o escotismo no país. 

Esta &quot;padronização&quot; levada a cabo no Brasil tem se mostrado inócua. No relatório encomendado pela UEB em 2008, Jean Cassaigneau revela que não há congruência na política administrativa da UEB. Atenta, também, à falta de transparência em relação ao associados. Porém, como você pode constatar, começam dita &quot;padronização&quot; por apostilas, um sistema que por si já é caduco, e com desenhos de logotipos, vestimentas etc.

Um abraço!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Farinon.</p>
<p>A questão da sede estar fincada em Curitiba talvez passe por duas razões: a isenção do ICMS conferida naquele estado à loja escoteira nacional (assim como em SP e RS) e o fato das inúmeras emendas parlamentares que favorecem o escotismo estarem justamente saindo dessa cidade das mãos de um dirigente escoteiro, que também tem um encargo de vereador na região. Particularmente, não me agrada. Além dos motivos levantados por você, eliminamos qualquer possibilidade estratégica, ou de política de crescimento, ao ficarmos presos ao Paraná simplesmente para usufruir de benesses do poder público.</p>
<p>Sobre a desfederalização, entendo que deveríamos fazer a engenharia inversa. A WOSM admite federação em, segundo ela, &#8220;casos especiais, quando razões de ordem cultural e religiosa impeçam uma única associação nacional&#8221;; ou seja, este é &#8220;desenhado&#8221; o caso do Brasil, com o adendo da questão geográfica. É o mesmo caso de Espanha e França que, apesar de possuírem um sistema complexo de associações, nos passam em efetivo e, arrisco a dizer, qualidade em aplicação do método.<br />
A WOSM, assim mesmo, tem se mostrado com uma política ambígua quando se trata de uma só associação por país. Enquanto na Europa ela, a WOSM, é permissiva com a criação de várias associações, na América do Sul há uma pressão para que a política de uma só associação seja colocada em prática.</p>
<p>O que acontece no Brasil é uma federalização velada, sendo que a UEB finge atender nacionalmente e as regiões fingem obedecê-la para não criar problemas. Federalizar o escotismo tem se mostrado uma alternativa em momentos de crises em alguns países. Oficializar uma federação no Brasil poderia, entendo, ser um passo para alavancar o escotismo no país. </p>
<p>Esta &#8220;padronização&#8221; levada a cabo no Brasil tem se mostrado inócua. No relatório encomendado pela UEB em 2008, Jean Cassaigneau revela que não há congruência na política administrativa da UEB. Atenta, também, à falta de transparência em relação ao associados. Porém, como você pode constatar, começam dita &#8220;padronização&#8221; por apostilas, um sistema que por si já é caduco, e com desenhos de logotipos, vestimentas etc.</p>
<p>Um abraço!</p>
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	<item>
		<title>Por: Farinon</title>
		<link>https://escoteirosnobrasil.com.br/index.php/assembleia-regional-ueb-rs-um-novo-recomeco/#comment-20</link>
		<dc:creator>Farinon</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Mar 2013 03:26:37 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Saudações Maico,
Desfederalizar e adotar os princípios do sistema de franquias vai muito além do que &quot;tentar&quot; padronizar alguams apostilas de curso. Por sinal, a era da apostila já terminou a muito tempo, só em assciações atrasadas segue com as mesmas.
Mesmo assim, se a instituição tivesse uma cabeça forte, não tentaria e nem deveríamos ficar na espectativa de que os cursos fossem dirigidos &quot;como deveriam&quot;.
As primeiras ações de uma franqueadora seria inspirar cofiança, demonstrar competência e deveria OBRIGAR que os filiados à UEB agissem, SEMPRE, exatamente como desenhado.
Como a cabeça é fraca e nem possui a competência necessária, não inspira confiança e nem tem como tentar impor comportamentos de franqueadas.
Como já disse em manifestações anteriores, a questão da política de adultos é igualmente prioritária, é o início de um novo perfil de participantes receptível a idéia da desfederalização e do sistema de franquia.
Com os adultos atuais, que dominam, não vislumbro possibilidade, razão pela qual deposito esperança nos jovens que possuem uma mente mais aberta e receptiva a novas atitudes, sem falar que ainda não estão contamidados pelos conservadores que não admitem reconhecer o atraso do escotismo no Brasil e não querer mudar.
Um detalhe mais, o sistema de franquia pressupõe a manualizção de TODOS os procedimentos, não adianta emitir regras pontuais.
Sobre a questão da transferência da UEB, não se justifica um sede de uma organização nacional estar em uma cidade e Estado, como também seria o caso de Porto alegre, sem expresão nacional e muito menos internacional.
A UEB deveria estar no eixo do poder e potencial para busca de recursos e apoios, não em uma cidade sem potencial e onde tudo é tratado de forma doméstica com a influência direta e pessoal de alguém que, embora útil, não tem a projeção necessária.
O erro do escotismo no Brasil esta no fato de ter sido introduzido por pessoas sem projeção social, ao contrário do que nos EUA onde foi introduzido pela alta e influente sociedade.
O fato da UEB estar sendo dominada por pessoas de baixa expressão social/comunitária que obstaculizam e fazem o possivel para que a UEB seja controlada por pessoas de mais capacidade é um problema crônica.
O problema dos cursos, e apostilas que estariam sendo utilizadas de forma padronizadas, não funcionara porque além de utilizarem um meio ultrapassado (apostilas) são de baixa qualidade.
Enfim, a questão é longa e possui muitas facetas.
Sigo esperando que as diretorias das diferentes instâncias da UEB, não só da UEB/RS, tenham sucesso, entretanto, isso só ocorrerá se tiverem consciências que os modelos nacionais já provaram que não servem e devem buscar em associações de sucesso um novo caminho. 
Existe um ditado que sempre tenho presente.
&quot;O importante não é chegar, mas seguir avante, com a mente aberta e consciência que somente fazendo diferente teremos um futuro diferente.&quot;
Mario Farinon]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Saudações Maico,<br />
Desfederalizar e adotar os princípios do sistema de franquias vai muito além do que &#8220;tentar&#8221; padronizar alguams apostilas de curso. Por sinal, a era da apostila já terminou a muito tempo, só em assciações atrasadas segue com as mesmas.<br />
Mesmo assim, se a instituição tivesse uma cabeça forte, não tentaria e nem deveríamos ficar na espectativa de que os cursos fossem dirigidos &#8220;como deveriam&#8221;.<br />
As primeiras ações de uma franqueadora seria inspirar cofiança, demonstrar competência e deveria OBRIGAR que os filiados à UEB agissem, SEMPRE, exatamente como desenhado.<br />
Como a cabeça é fraca e nem possui a competência necessária, não inspira confiança e nem tem como tentar impor comportamentos de franqueadas.<br />
Como já disse em manifestações anteriores, a questão da política de adultos é igualmente prioritária, é o início de um novo perfil de participantes receptível a idéia da desfederalização e do sistema de franquia.<br />
Com os adultos atuais, que dominam, não vislumbro possibilidade, razão pela qual deposito esperança nos jovens que possuem uma mente mais aberta e receptiva a novas atitudes, sem falar que ainda não estão contamidados pelos conservadores que não admitem reconhecer o atraso do escotismo no Brasil e não querer mudar.<br />
Um detalhe mais, o sistema de franquia pressupõe a manualizção de TODOS os procedimentos, não adianta emitir regras pontuais.<br />
Sobre a questão da transferência da UEB, não se justifica um sede de uma organização nacional estar em uma cidade e Estado, como também seria o caso de Porto alegre, sem expresão nacional e muito menos internacional.<br />
A UEB deveria estar no eixo do poder e potencial para busca de recursos e apoios, não em uma cidade sem potencial e onde tudo é tratado de forma doméstica com a influência direta e pessoal de alguém que, embora útil, não tem a projeção necessária.<br />
O erro do escotismo no Brasil esta no fato de ter sido introduzido por pessoas sem projeção social, ao contrário do que nos EUA onde foi introduzido pela alta e influente sociedade.<br />
O fato da UEB estar sendo dominada por pessoas de baixa expressão social/comunitária que obstaculizam e fazem o possivel para que a UEB seja controlada por pessoas de mais capacidade é um problema crônica.<br />
O problema dos cursos, e apostilas que estariam sendo utilizadas de forma padronizadas, não funcionara porque além de utilizarem um meio ultrapassado (apostilas) são de baixa qualidade.<br />
Enfim, a questão é longa e possui muitas facetas.<br />
Sigo esperando que as diretorias das diferentes instâncias da UEB, não só da UEB/RS, tenham sucesso, entretanto, isso só ocorrerá se tiverem consciências que os modelos nacionais já provaram que não servem e devem buscar em associações de sucesso um novo caminho.<br />
Existe um ditado que sempre tenho presente.<br />
&#8220;O importante não é chegar, mas seguir avante, com a mente aberta e consciência que somente fazendo diferente teremos um futuro diferente.&#8221;<br />
Mario Farinon</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maico C.</title>
		<link>https://escoteirosnobrasil.com.br/index.php/assembleia-regional-ueb-rs-um-novo-recomeco/#comment-18</link>
		<dc:creator>Maico C.</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 12:54:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">https://escoteirosnobrasil.com.br/?p=282#comment-18</guid>
		<description><![CDATA[prezado, com relação ao item 10, quem acompanha as informações da UEB nacional, participa dos cursos, le os decretos e orientações, sabe que há um movimento nos últimos para &quot;padronizar&quot; o escotismo no Brasil. Comece por acompanhar os cursos preliminares e básico,  na qual a apostila adotada agora é (ou deveria ser) a mesma em todas regiões escoteiras.
Devemos nos atentar que &quot;padronizar&quot; não é a palavra correta, pois cada região escoteira tem suas características particulares, suas limitações, problemas e culturas que devem ser levadas em consideração e respeitadas.
Sobre o sistema de franquias, de certa forma é o que se trabalha do país. Quando uma se pretende abrir uma &quot;filial&quot;, esta deve seguir as normas da &quot;matriz&quot;, não é?  
Pois então, as regiões devem seguir as normas e orientações da UEB nacional, bem como os grupos locais seguir as normas e orientações das UEBs nacional e regional. Simples!!! 
Sobre o fato de transferir a sede da UEB nacional pra outro lugar, não vejo razão. Em Curitiba está bom. Até que me apresente motivos,  não vejo razão para troca.
No mais, concordo com seu ponto de vista e orientações.
Desejo que uma boa diretoria assuma a UEB-RS e alinhem as coisas.
Sucesso!!!]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>prezado, com relação ao item 10, quem acompanha as informações da UEB nacional, participa dos cursos, le os decretos e orientações, sabe que há um movimento nos últimos para &#8220;padronizar&#8221; o escotismo no Brasil. Comece por acompanhar os cursos preliminares e básico,  na qual a apostila adotada agora é (ou deveria ser) a mesma em todas regiões escoteiras.<br />
Devemos nos atentar que &#8220;padronizar&#8221; não é a palavra correta, pois cada região escoteira tem suas características particulares, suas limitações, problemas e culturas que devem ser levadas em consideração e respeitadas.<br />
Sobre o sistema de franquias, de certa forma é o que se trabalha do país. Quando uma se pretende abrir uma &#8220;filial&#8221;, esta deve seguir as normas da &#8220;matriz&#8221;, não é?<br />
Pois então, as regiões devem seguir as normas e orientações da UEB nacional, bem como os grupos locais seguir as normas e orientações das UEBs nacional e regional. Simples!!!<br />
Sobre o fato de transferir a sede da UEB nacional pra outro lugar, não vejo razão. Em Curitiba está bom. Até que me apresente motivos,  não vejo razão para troca.<br />
No mais, concordo com seu ponto de vista e orientações.<br />
Desejo que uma boa diretoria assuma a UEB-RS e alinhem as coisas.<br />
Sucesso!!!</p>
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